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ENGIE desenvolve mais de 20 programas socioambientais no país, incluindo o Paraná

ENGIE desenvolve mais de 20 programas socioambientais no país, incluindo o Paraná

Proteger nascentes, assegurar a qualidade da água ofertada às comunidades locais e reduzir a emissão de CO2 são algumas das iniciativas da companhia

No mês do Meio Ambiente, a ENGIE, maior empresa privada de energia do país, reforça seu compromisso com a preservação da água, da diversidade da fauna e flora, e com a redução de resíduos e emissões de CO2 na atmosfera. Presente em 22 estados, a companhia desenvolve programas para reduzir, controlar e compensar os impactos ambientais, totalizando investimento superior a R$ 21 milhões por ano.

Dentro desse propósito, os programas desenvolvidos em diferentes regiões do Brasil são dimensionados conforme as características e maturidade de cada empreendimento e o nível de conservação e interação com o bioma local.

Um exemplo das iniciativas sustentáveis está no Estado do Paraná, com a implantação do Sistema de Transmissão Gralha Azul, que tem previsão de ser concluído em setembro deste ano. O projeto da ENGIE Brasil Energia é de grande importância para os paranaenses. “Esse projeto segue os preceitos de sustentabilidade exercidos pela companhia. Entre os 17 programas socioambientais que acompanham as obras de implantação do Gralha Azul há iniciativas dedicadas à conservação de espécies nativas da flora, tais como o resgate de sementes, o transplante de bromélias e orquídeas, a reposição florestal e a recuperação de áreas degradadas. São ações que se integram a outras práticas de conservação dos recursos naturais, a exemplo de monitoramento e resgate de fauna e educação ambiental”, destaca Paulo Muller, gerente de implantação do Sistema de Transmissão Gralha Azul.

 

Compensação voluntária chama atenção

O Gralha Azul prevê uma compensação ambiental para além da obrigatoriedade exigida por lei, comprometendo-se a realizar o dobro de recomposição florestal, que totalizará na preservação de uma área, aproximadamente, sete vezes maior que a área interceptada pelo projeto. “Adicionalmente, de forma voluntária, a companhia se comprometeu a realizar o plantio de três espécimes de araucárias para cada árvore que venha a ser suprimido”, ressalta Muller.

Somando as iniciativas desenvolvidas em diversos estados pela ENGIE, cerca de 400 mil mudas de espécies nativas foram plantadas ou doadas somente no último ano. Só no Paraná, no mesmo período, foram cerca de 56 mil. “Essa ação reitera o nosso compromisso com a conservação da biodiversidade, refletido nas diversas iniciativas ambientais que a empresa desenvolve nas diferentes regiões onde atua, entre elas o Paraná”, destaca Muller.

Como exemplo dessa contribuição, desde 2006, cerca de 788 mil mudas de espécies nativas foram plantadas no entorno dos reservatórios das usinas operadas pela companhia no Estado. Outra iniciativa é o Programa de Conservação de Nascentes, desenvolvido com a participação de comunidades rurais, que já preservou cerca de 1.250 nascentes, envolvendo aproximadamente 1.350 famílias paranaenses.

No Paraná, a ENGIE, através do Sistema Gralha Azul, também mantém uma parceria com a Embrapa Florestas, para realizar projetos com foco na preservação da vegetação nativa, especialmente araucárias, envolvendo o fortalecimento de um banco de germoplasma (sementes) e a criação de uma rede de referência no tema, envolvendo famílias de produtores rurais. Outra ação de caráter ambiental que vem sendo apoiada é o Projeto de Conservação da Espécie Mono-Carvoeiro no Paraná, desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento – Lactec.

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Paula Batista
Paula Batista Seguir

Jornalista, especialista em Ciência Política e Sociologia Política. Graduanda em Direito, trabalha na Agência de Notícias Lide Multimídia e atua comunicação há mais de 20 anos.

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