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Cirurgia plástica no nariz: técnica refinada é tema de debate em Curitiba

Cirurgia plástica no nariz: técnica refinada é tema de debate em Curitiba

Considerado um dos procedimentos mais comuns dentro da cirurgia plástica, a rinoplastia se tornou praxe entre os famosos. Por se tratar de uma área central do rosto, é um procedimento delicado e que, ano a ano, ganha uma apuração técnica com o avanço dos estudos e tecnologias. É o caso da rinoplastia aberta, acesso que permite melhor exposição das estruturas nasais com correções simétricas durante a cirurgia e maior previsibilidade de resultado.

Com o objetivo de capacitar, esclarecer dúvidas e promover a integração entre os profissionais da área, o Hospital IPO realiza, nos próximos dias 9, 10 e 11 de maio, o 1º Curso Internacional de Rinoplastia Aberta, em Curitiba. Ao todo, cerca de 30 profissionais do Brasil estarão presentes para palestrar no evento. Além disso, o congresso contará, também, com a participação dos mais renomados cirurgiões no assunto em nível internacional.

“Se por um lado a rinoplastia fechada não deixa cicatrizes visíveis, por outro a aberta tem a grande vantagem de possibilitar técnicas mais refinadas, principalmente para a modelação da ponta ou do dorso do nariz”, destaca Cezar Berger, otorrinolaringologista do Hospital IPO e membro da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica da Face. “Dessa forma, conseguimos obter resultados mais previsíveis, mas sempre considerando o desejo do paciente”.

Ao contrário da fechada, na rinoplastia aberta o profissional realiza pequena incisão na columela – região localizada entre as narinas – para haver possibilidade de erguer a pele do nariz. Com uma visibilidade melhor, é possível modificar o formato, tamanho, simetria ou realizar a correção de determinado defeito com maior propriedade que em relação à rinoplastia fechada.

“Além da possibilidade de um resultado mais efetivo, os pacientes também têm uma boa resposta de recuperação no período pós-operatório”, avalia Berger. “O molde, assim como os pontos são retirados depois de sete a dez dias e, após esse período, os pacientes aprendem a fazer os próprios curativos”.

Dividido em cinco módulos – o primeiro em relação à avaliação do candidato à rinoplastia, o segundo e terceiro voltados à ponta do nariz e o quarto e o quinto sobre o dorso – o curso aborda questões básicas e avançadas em palestras teórico-práticas, com vídeos demonstrativos de cirurgias. “Essa é uma área em constante avanço, e que trabalha questões muito particulares, como a autoestima de cada paciente. Queremos transparecer todo o conhecimento possível, desde a preparação até a cirurgia, para que cada paciente tenha o melhor tratamento e saia satisfeito com o resultado”, ressalta.

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